{ 16/07/2008 @ 15:32 }
·
{ Textos próprios }
{ }
·
{ }
![The-Rebound-justin-bartha-2131664-399-276[1] The-Rebound-justin-bartha-2131664-399-276[1]](http://suspenso.files.wordpress.com/2008/07/the-rebound-justin-bartha-2131664-399-2761.jpg?w=235&h=161)
Esperamos todos os dias.
Esperamos até para nascer.
Esperamos a vida inteira para morrer.
Esperamos para receber nossos ordenados.
Esperamos para nos alimentar e nutrir nosso organismo que espera pra que isso aconteça quando tivermos tempo.
Tempo.
Dizem que o tempo é o senhor da razão.
Que todas as coisas têm seu tempo.
Que no meu tempo era assim, e que no seu tempo já não é mais.
Que temos que dar tempo ao tempo.
Que quando não amamos mais e não temos coragem para dizer, pedimos para dar um tempo.
A esperança cabe no tempo.
O tempo já não harmoniza mais com a esperança.
Entre se harmonizar e esperar pelas coisas, persiste o medo em estarmos fazendo algo errado. Ou não.
Se é certo ou não somente o tempo vai dizer.
Muitas das vezes, a esperança se mistura com o tempo.
E em outras, eles parecem ser a mesma coisa.
Entre esperança, tempo, medo e anseio, dos quais todos pertencem à mesma classe, eis o que temos que é ter tempo e esperança para questionar:
Será que ainda há tempo para a esperança?
{ 07/07/2008 @ 17:22 }
·
{ Mistureba louca }
{ }
·
{ }

Você me chamou ontem, basicamente para dizer que você tem um carinho por mim. Mas que não está mais na paixão.
Imediatamente, eu fingi sentir a mesma coisa, mas não consegui. E deixei você acreditar que estava tudo bem. Tento entender, como você pode fugir de uma coisa que é sagrada e tão especial para mim, e que achava que era pra gente também.
Bom, eu acho que estou tentando ser Indiferente sobre isso. E eu irei ao extremo. Para provar que eu vou ficar bem sem você. Mas na realidade, devagarzinho eu estou perdendo minha cabeça. Debaixo de um falso sorriso, aos poucos estou morrendo por dentro.
Amigos me perguntam como me sinto. E eu minto convincentemente, porque eu não quero revelar o fato de eu estar sofrendo.
Então, eu visto meu disfarce. Até eu ir para casa a noite. Parece que o caminho devolta do trabalho é mais distante. Ao chegar, desligo as luzes do meu quarto, e daí eu desabo e choro.
Mas agora me diga: Então, o que você faz quando alguém que você se dedica derepente deixa de te amar?
E parece que eles não percebem o que te causa a dor da rejeição. Como se você fosse um copo descartável. E que está te colocando ao fim.
Você se abraça à sua oração?
E canta ” Eu sobreviverei”?
Você esbraveja e diz: “Como ousa deixar este caminho”?
Você se segura no orgulho para a depressão ir embora?
Ai te pergunto: Pra quê se dedicar a quem você ama?
Pra quê ser fiel, leal, respeitoso e bom?
Pra quê dedicar as horas livres?
Pra quê aguardar uma ligação o dia inteiro?
Pra quê esperar pelo fim de semana?
Pra quê fazer planos?
Pra quê brigar por amor?
Pra quê o pra quê?
Subitamente pra depois você ouvir um “acabou”!
Eu me seguro no orgulho para a depressão ir embora.